Construção contratou 25,6 mil novos trabalhadores em julho
Setor foi responsável pela criação de 18,2% de todas as vagas no País
O Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) registrou crescimento de 0,95% nos empregos na construção civil em julho, com a criação de 25.632 novas vagas. Nos últimos 12 meses terminados em julho, o setor gerou 168.117 vagas, crescimento de 6,58% no estoque.
O setor registrou a segunda maior variação relativa em todas as bases de comparação (no mês, no ano e em doze meses) entre os setores analisados, sendo responsável pela criação de 18,2% dos postos de trabalhos no geral.
No Brasil, em todos os setores, foram gerados 140.563 postos de trabalho em julho, com um aumento de 0,38% em relação ao mês anterior. No acumulado do ano, houve a criação de 1.405.813 empregos (3,91%). Nos últimos 12 meses, houve um acréscimo de 1.887.644 empregos formais (5,32%
Fonte: Construção Mercado "PINI WEB" - Publicado em: 29/08/2011
Custo da construção desacelera em Agosto
Taxa variou 0,16% em relação ao mês anterior, quando os preços subiram 0,59%
O Índice Nacional de Custo da Construção - M (INCC-M) registrou em agosto taxa de variação de 0,16%, resultado inferior ao registrado no mês de julho, de 0,59%. Os dados foram divulgados hoje (26) pelo Instituto Brasileiro de Economia (IBRE), da Fundação Getúlio Vargas (FGV). Nos últimos 12 meses, o índice contabilizou alta de 7,71%.
No quesito materiais e equipamentos, a variação foi de 0,18%, ante 0,37% no mês anterior. Materiais para instalações elétricas foram os que mais aumentaram de preço, com alta de 0,76%. Materiais metálicos apresentaram queda nos preços novamente (-0,42%). A parcela relativa a serviços variou 0,50% no mês, ante 0,25% em julho. Serviços técnicos registraram a maior alta na divisão de serviços (1,30%).
No índice relativo à mão de obra, houve variação de 0,06%, ante 0,84% no mês anterior. O índice relativo a profissionais especializados apresentou a maior alta no mês, de 0,37%.
Fonte: Construção Mercado "PINI WEB" - Publicado em: 29/08/2011
Emprego na construção civil cresceu 14,7% entre janeiro e novembro de 2010
A construção civil foi, entre janeiro e novembro de 2010, o setor que mais cresceu em empregos, com alta de 14,75%. Dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego, apontam que, no período, foram criados 333.776 novas vagas. Ao todo, em todos os setores, foram criados aproximadamente 2,5 milhões de novos postos de trabalho. Em 2009, a construção civil também tinha sido destaque, com crescimento de 10,9% no mesmo período. A região Nordeste foi a que mais cresceu, com alta de 24,31%, seguido pelas regiões Norte (16,7%) e Sul (15,78%). As regiões Sudeste e Centro-Oeste apresentaram o menor crescimento no período, com alta de 11,07% e 10,42%, respectivamente. No mês de novembro, o setor apresentou baixa de 0,29%, com saldo negativo de 7.851 vagas. A região Nordeste foi a única que apresentou alta no mês (0,99%), enquanto todos as outras regiões apresentaram baixas: Sul (-0,06%), Sudeste (-0,47%), Norte (-1,77%) e Centro-Oeste (-1,87%).
Fonte: O Globo - Publicado em: 16/02/2011
Empresários continuam otimistas para 2011, mas temem falta de mão de obra
Os empresários da construção civil, assim como em 2010, estão otimistas num bom desempenho do setor em 2011. A 45ª Sondagem Nacional da Indústria da Construção Civil, realizada em novembro pelo Sinducon-SP (Sindicato das Indústrias da Construção Civil do Estado de São Paulo), em parceria com a FGV (Fundação Getúlio Vargas), revela, porém, que o otimismo é mais moderado. Os 226 empresários que participaram da pesquisa esperam que o crescimento da construção civil sofra uma desaceleração, assim como a atividade econômica brasileira já sofreu em 2010. sondagem, os empresários atribuem a cada quesito uma pontuação que vai de 0 a 100, na qual valores acima de 50 denotam desempenho ou perspectiva favorável. A exceção é no quesito das dificuldades financeiras, no qual valores acima de 50 apontam perspectiva ou desempenho não favorável. O indicador de desempenho das empresas alcançou valor recorde para o mês de novembro, com 55,9 pontos. Apesar disso, houve queda de 5,7% em relação à última pesquisa, realizada em agosto. Em relação às dificuldades financeiras, os empresários esperam um leve aumento, tendo sido registrados 52,2 pontos, valor 3% menor do que o registrado em agosto. O índice de perspectivas de desempenho foi o que apresentou maior valor, com 59,8 pontos, apresentando queda de 2,8% em relação a agosto e de 5,7% durante o ano de 2010. Logo atrás vem o índice de crescimento econômico, que registrou 59,7 pontos. O indicador que apresentou pior valor foi o de perspectivas de evolução de custos, que apresentou apenas 39,8 pontos, valor 4,6% menor do que o apontado na última pesquisa e 11,9% menor do que a pesquisa de novembro de 2009. Quando perguntados especificamente sobre o ano de 2011, os empresários continuam apostando no crescimento do crédito e dos lançamentos para a baixa renda. No entanto, aumentou a preocupação com a questão da mão de obra, que deverá ser uma das maiores dificuldades para a sustentação do crescimento. Segundo Eduardo Zaidan, diretor de Economia do SindusCon-SP, "a resposta para este momento está no investimento em novas tecnologias e máquinas e equipamentos, que deverá crescer em 2011". Os números são bem condizentes com as perspectivas do Sinduscon-SP e da FGV para 2011, que apontam crescimento de 6,1% para o ano em relação a 2010, quando o setor deve crescer cerca de 11%. "CONTEÚDO POR CONSTRUÇÃO MERCADO"